quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
EMEFAPA
Atividades Recuperação
Série: 7º Ano
Data: 13 / 01 / 16
1º O que você compreendeu sobre as Reformas Religiosas? 4
linhas
2º Comente sobre Martinho Lutero: 5 linhas
3º Qual foi o estopim para eclodir a Reforma Protestante? 3
linhas
4º Com base no texto Reformas Religiosas, cite os nomes dos
reformadores: 2 linhas
5º Na sociedade medieval quem era considerado um herege?
E comente o que acontecia com os hereges: 5 linhas
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Recuperação EMEFAPA
Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Antônio Pereira de Almeida
Atividade
Série : 6º Ano
Data: 13 / 10 / 16
Recuperação
1º Referente a Pré-História, faça um resumo sobre o modo de vida dos primeiros seres humanos no período Paleolítico e no período Neolítico. 15 linhas
2º Quais são os tipos de fontes históricas? 3 linhas
3º Pesquise e cole imagens referente as principais fontes históricas: 20 linhas
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Exercício ( Índia Antiga )
1º Na civilização indiana, a estrutura social passou a ser
organizada por meio do sistema de castas. Sobre esse sistema, é correto dizer
que:
a) os indivíduos passavam a pertencer à determinada casta a
partir do momento em que era iniciado em rituais de purificação religiosa.
b) os indivíduos estavam associados a castas de acordo com o
seu nascimento.
c) as castas eram definidas de acordo com o desempenho
militar.
d) as castas não tinham nenhuma relação com o sistema
religioso hindu.
e) nenhuma casta se considerava superior à outra.
2º A respeito da civilização indiana, julgue as alternativas
utilizando V (verdadeiro) ou F (falso)
nas seguintes alternativas:
a) na Índia, a sociedade é dividida em castas e não admite
mudanças, o nascimento determina a casta que o indivíduo pertencerá por toda
sua existência. ( )
b) a religião, na Índia, apoiava-se no cristianismo e era
chamada de Vedismo ( )
c) a casta superior, na Índia, eram os Vaixás, comerciantes.
( )
d) na Índia, os indivíduos que não pertenciam a nenhuma
casta, eram chamados de “intocáveis” ou Dalits.( )
Qual é a sequência certa:
a- V,
F,F,F b- V, F, F, V c- V,V, F, F d- V,V,V,V
3º Principal fonte de compreensão das origens da cultura
indiana:
a) Tora b) Vedas c) Harappa d) Bíblia
4º A divisão social indiana é determinada por um sistema
chamado de:
a) Classes sociais b) Estratificação c) Castas d) Mobilização
5º Os brâmanes são:
a) Sacerdotes e poetas b) Guerreiros c) Mercadores d) Artesãos
6º Qual das religiões abaixo NÃO faz parte
das tradições indianas:
a) Jainismo b) Budismo c) Hinduísmo d) Cristianismo
7º Sobre os párias é correto afirmar que EXCETO:
a) Os intocáveis são
aqueles que exercem trabalhos considerados indignos.
b) exercem atividades lidando com os mortos (animais ou
pessoas.)
c) são considerados individualmente imundos, impuros e,
portanto não podem ter contato físico com os 'puros',
d) os intocáveis são considerados menos que humanos, mesmo
assim fazem parte do sistema de castas.
8º Relacione corretamente:
( 1 ) grupo social fechado sem possibilidades de
mobilidade social.
( 2 ) língua sagrada e clássica na Índia.
( 3 ) Imperador que
foi um grande difusor do budismo.
( 4 ) sábios e
sacerdotes.
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Asoka
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Casta
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Brâmanes
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Sânscrito
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a) 1, 2, 3, 4 b) 3, 1, 4, 2 c) 4, 3, 1, 2 d) 2, 1, 3, 4
9º Há cerca de 3 500 anos, as
comunidades na região do vale do Indo, atual norte da Índia, começaram a
organizar um dos sistemas religiosos mais antigos de que temos notícia: o
hinduísmo. Suas crenças foram transmitidas oralmente de geração em geração por
muitos séculos até serem transcritas. Graças a alguns de seus ensinamentos mais
importantes, esse conjunto de livros é sagrado para mais de 1 bilhão de pessoas
que seguem seitas tão diferentes a ponto de serem monoteístas, politeístas ou
panteístas e ainda assim integrarem a mesma religião.
O trecho acima faz referência:
a) aos dez mandamentos b) os vedas c) ao jainismo d) ao budismo
10º Transmitiam os princípios
religiosos hinduísta e eram mais poderosos que os reis:
a) os imperadores b) os sacerdotes c) párias d)
os guerreiros
domingo, 9 de agosto de 2015
Mineração na América Portuguesa
Em 1703 Portugal assinou com a Inglaterra o Tratado de
Methuen. As consequências desse acordo agravaram a situação da balança
comercial portuguesa, já fragilizada pelo declínio da cana-de-açúcar. Pouco
tempo depois, foi encontrada no Brasil a primeira grande jazida de ouro. A
Coroa viu nessa descoberta a possibilidade de sanar todos os problemas que
assolavam a sua economia. O ciclo econômico da mineração na América portuguesa
teve início no final do século XVII, após a decadência da produção açucareira.
A atividade extrativista era voltada para o ouro e os diamantes, nas regiões
onde hoje se encontram os estados de Goiás, Mato Grosso e, especialmente, Minas
Gerais.
O apogeu da mineração ocorreu entre 1750 e 1770, justamente quando a
Inglaterra começou a se consolidar como potência industrial e exercer
influência econômica cada vez maior sobre Portugal.
A metrópole procurava por minérios preciosos em sua colônia
desde a descoberta das Minas de Potosí na América espanhola, em 1530. A
primeira descoberta de jazidas de ouro é atribuída a um paulista, Antônio
Rodrigues Arzão, em 1638. Porém, a disputa pelo ouro só se iniciou de fato em
1698, com a descoberta das jazidas de Ouro Preto (MG). Os governadores
relataram a descoberta ao rei de Portugal. A notícia desencadeou um enorme
deslocamento populacional – homens em busca de enriquecimento rápido – de
Portugal e de diversos pontos da colônia, provocando profunda carestia numa
região ainda selvagem e sem estrutura para receber aquela quantidade de
pessoas. Outra consequência dessa “febre do ouro” foi a evasão de grande parte
da população de diversas regiões da colônia, bem como da metrópole, tornando
muitas delas despovoadas.
A população era bastante heterogênea, com predomínio
dos paulistas, que em geral andavam descalços. Era fácil diferenciá-los dos
estrangeiros, que chegavam à colônia calçados e com roupas pesadas e por isso
ficaram conhecidos como emboabas, “pássaro emplumado” em tupi. Os paulistas se
julgavam donos das minas por direito de descoberta e não queriam dividir os
lucros com os emboabas. Estes controlavam as entradas e saídas da minas, assim
como a quantidade de ouro extraída. Representavam a Coroa portuguesa e se
fixaram especialmente na Bahia, sob o comando do comerciante Nunes Viana. Para
melhor controlar a mineração, Portugal decidiu que todo ouro deveria permanecer
em Minas Gerais até que os impostos fossem pagos, o que atrapalhou muito o
comércio com a Bahia e os negócios de muitos emboabas que lá viviam. Irritado com
a nova lei, Nunes Viana se desentendeu com Borba Gato, guarda-mor das minas.
Viana decidiu não acatar a decisão da Coroa e foi expulso. Porém, como não
contava com o apoio dos emboabas, estes se rebelaram e, com isso, surgiu o
primeiro grande conflito entre nativos e estrangeiros na colônia.
A Guerra dos Emboabas
A maior parte das minas estava concentrada nas mãos dos
emboabas. Os paulistas, que contavam com a ajuda dos índios, ocupavam
especialmente a região do Rio das Mortes. Os emboabas decidiram expulsá-los de
lá, encurralando-os e massacrando-os. Assim, os emboabas assumiram o controle
da maior parte das minas, desafiando a autoridade portuguesa. Foi necessário
que a Coroa enviassem um novo governador para negociar com os emboabas e lhes
prometer inúmeros privilégios em troca do controle político da região.
Os paulistas derrotados seguiram para Mato Grosso, onde
descobriram ouro em 1719, e para Goiás. Isso deslocou e expandiu ainda mais a
ocupação portuguesa, fazendo do ouro uma febre e algo que parecia ser uma
garantia de riqueza perpétua.
O ouro explorado por aqui ficou conhecido como ouro de aluvião, depositado no fundo dos rios e de fácil extração (ao contrário das minas de prata, que exigiam uma escavação profunda). A extração de aluvião era mais fácil e por outro lado, de esgotamento mais rápido. Havia basicamente duas formas de explorar o ouro: - Lavra: grande extração, que utilizava mão de obra escrava. À medida que o ouro do local ia se esgotando, a lavra se deslocava para outra região, deixando o que restara para a faiscação, praticada por pequenos mineradores. - Faiscação: pequena extração, praticada quase sem o trabalho de escravos. Técnica de baixo custo, que tornava a mineração acessível a qualquer homem livre.
O ouro explorado por aqui ficou conhecido como ouro de aluvião, depositado no fundo dos rios e de fácil extração (ao contrário das minas de prata, que exigiam uma escavação profunda). A extração de aluvião era mais fácil e por outro lado, de esgotamento mais rápido. Havia basicamente duas formas de explorar o ouro: - Lavra: grande extração, que utilizava mão de obra escrava. À medida que o ouro do local ia se esgotando, a lavra se deslocava para outra região, deixando o que restara para a faiscação, praticada por pequenos mineradores. - Faiscação: pequena extração, praticada quase sem o trabalho de escravos. Técnica de baixo custo, que tornava a mineração acessível a qualquer homem livre.
A fiscalização sobre a extração do ouro foi extremamente
rigorosa, uma vez que o objetivo de Portugal era garantir sua renda sobre o
metal. O imposto cobrado sobre o ouro garimpado era o quinto. A cobrança se
dava da seguinte forma: - Toda jazida descoberta deveria ser imediatamente
comunicada à Intendência das Minas mais próxima (órgão que fiscalizava a
extração do ouro). O intendente dividia a área descoberta em “datas” . O
descobridor podia escolher duas datas: uma como descobridor e outra como
mineiro. A terceira data era escolhida pela Coroa. Como as técnicas utilizadas
eram rudimentares, cresceu a dependência do trabalho escravo: só com o aumento
de trabalho é que poderia haver crescimento da produção. Assim, os escravos
eram submetidos a um esforço físico brutal.
Porém, por mais que a exploração crescesse, a arrecadação do
quinto não aumentava, pois as fraudes eram comuns. Em 1690 foram criadas as
Casas de Fundição, estabelecimentos controlados pela Fazenda Real que recebiam
todo o ouro extraído, transformavam-no em barras timbradas esse processo,
devolviam-nas ao proprietário. As Casas de Fundição causaram enorme revolta
entre os colonos.
O trabalho que tinham para transportar o ouro até elas, a
burocracia, as taxas e a dificuldade de contrabandear contribuíram para piorar as
relações entre Metrópole e colônia. Num determinado momento, o conflito
explodiu, na Revolta de Vila Rica, em 1720 (também conhecida como Revolta de
Filipe dos Santos, nome de seu líder). Os mineradores foram derrotados e
obrigados a pagar 52 arrobas de ouro por ano para substituir o sistema das
Casas. Isso aumentou a arrecadação de Portugal até 1730, quando voltou a cair.
Para evitar a queda, a Coroa instaurou uma cobrança de impostos per capita: uma
taxa sobre cada morador da zona mineradora. Os mineradores não concordaram e
propuseram um acordo, sugerindo 100 arrobas anuais de ouro. O rei português, D.
José, decidiu manter o imposto, tendo as 100 arrobas como piso mínimo. Se esse
teto não fosse atingido seria aplicada a derrama, cuja importância cresceu desde
1690. Porém, a partir de 1760, a produção de ouro começou a decair rapidamente,
embora Portugal tenha insistido em manter a mesma arrecadação. Isso resultou em
diversas revoltas de cunho econômico contra a metrópole.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
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